Novo medicamento XCOPRI® para controle de crises epiléticas

A farmacêutica Eurofarma anuncia o lançamento do cenobamato, conhecido como XCOPRI®, no mercado brasileiro. O produto é indicado para pessoas com epilepsia farmacorresistente que enfrentam recorrentes crises.

O cenobamato combina um mecanismo de ação que modula canais de sódio e potencializa a neurotransmissão inibitória, atuando diretamente no sistema nervoso central. De acordo com estudos, o tratamento pode reduzir significativamente a frequência de crises focais em até 65%.

Novidades do cenobamato

O medicamento já é comercializado na América Latina desde maio, mas agora chega às farmácias brasileiras em agosto, nas doses de 12,5 mg, 50 mg, 100 mg e 200 mg. A Eurofarma espera que este novo tratamento ajude a melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

Evolução da epilepsia no Brasil

No Brasil, cerca de 6 milhões de pessoas convivem com epilepsia, sendo uma das doenças neurológicas crônicas mais prevalentes. O cenobamato chega para enfrentar a demanda por tratamentos inovadores que possam oferecer melhores resultados aos pacientes.

Períodos de estudos e aprovação

O medicamento foi aprovado pela Anvisa em março de 2026 e definido pelo CMED em julho do mesmo ano. Nos testes clínicos, houve registro de que o tratamento com cenobamato pode levar até um quinto dos pacientes à liberdade das crises epilépticas - algo inédito entre as terapias convencionais.

Perguntas Frequentes

Qual é a função do cenobamato?

O cenobamato atua no sistema nervoso central, modulando canais de sódio e potencializando a neurotransmissão inibitória ao GABA. Isso faz com que reduza as crises epiléticas em pacientes farmacorresistentes.

Quanto custará o XCOPRI®?

A Eurofarma ainda não divulgou os preços do medicamento, mas ele será disponível nas apresentações de 12,5 mg, 50 mg, 100 mg e 200 mg. As informações sobre preço deverão sair em um futuro próximo.

Em qual população este tratamento é indicado?

O XCOPRI® é indicado para pacientes que vivem com crises epiléticas farmacorresistentes, ou seja, quando várias linhas de tratamentos convencionais não têm sucesso na diminuição do número de episódios.