Vacinação infantil avança, mas sarampo divide atenção das Américas, alerta Unicef
Nesta edição de Agosto/2025, a vacinação infantojuvenil avançou em toda região americana. O número de crianças não vacinadas diminuiu, mas o sarampo continua sendo uma grande preocupação para as autoridades.
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), na pessoa do diretor Jarbas Barbosa, alerta sobre a importância de manter altas coberturas vacinais para evitar surtos letais. Em 2025, a cobertura da vacina DTP1 subiu para 92%, enquanto o número de crianças zero-dose no Brasil diminuiu consideravelmente.
Números e avanços na imunização brasileira
No Brasil, entre 2024 e 2025, as notícias são favoráveis. Em 2024, foram identificadas 360 mil crianças zero-dose; em 2025, esse número caiu para 50 mil. A melhora é explicada pelo aumento na cobertura vacinal e por aprimoramentos nos registros de imunização.
Riscos da baixa cobertura vacinal contra sarampo
Abaixo dos 95%, os números de coberturas das doses MCV1 e MCV2 caíram, revelando um risco para a disseminação do sarampo. Os países precisam manter altas coberturas vacinais para prevenir surtos.
Investimento na proteção contra HPV
No entanto, algumas regiões permanecem cientes de que o HPV também demanda atenção. Em 2025, a região alcançou uma cobertura de imunização contra HPV de 71%, sendo líder global no setor.
Perguntas Frequentes
Quais são os riscos do sarampo para crianças não vacinadas?
Pequenos grupos populacionais com baixa cobertura vacinal permitem a transmissão constante do sarampo. Uma cobertura superior a 95% em todas as comunidades é essencial.
A vacinação contra o HPV pode causar reações adversas?
Os dados indicam que a dosagem de HPV no Brasil tem sido segura, com casos raramente relatados. O sistema imunológico de cada indivíduo pode reagir de forma diferente.
