71% das pessoas acreditam que mudanças climáticas aumentam risco de DCNTs
A pesquisa inédita do Instituto Datafolha, feita pelo projeto Prevenção 360º da ACT Promoção da Saúde e apoiada pela Umane, revela uma nova realidade na percepção pública sobre health matters.
92% dos entrevistados associam o tabagismo - inclusive os eletrônicos - ao desenvolvimento de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), e 81% acreditam que eventos climáticos extremos aumentam risco destas doenças.
Ação individual vs. politica pública
Apesar da preocupação com mudanças climáticas, o levantamento aponta uma forte tendência de que a responsabilidade pela prevenção deve recair no indivíduo em 52%, e não apenas nos ambientes saudáveis propostos pelo governo.
Thais Junqueira, superintendente-geral da Umane, afirma: "Embora reconheçam os riscos, a população ainda veja prevenção como uma questão pessoal. No entanto, escolhas saudáveis são feitas em contextos gerados por desigualdades sociais e marketing abusivo."
Efeitos reais dos hábitos
Entre os médios para combater as DCNTs apontadas pelas pessoas, ampliar a transparência das empresas é um forte favorito: 56% destes acreditam que explicação claras sobre produtos e riscos contribuem mais do que o próprio comportamento individual.
