Aqui não há fair share
Com o abandono do *fair share* na organização das gôndolas, os supermercados e farmácias estão se expostos a uma série de problemas. Especialistas alertam para o risco aumentado de desorganização, aumento dos estoques e perdas operacionais.
Quando o fair share não é aplicado
O fair share, ferramenta estratégica no gerenciamento por categorias (GC), ajuda a equilibrar múltiplos fatores: potencial de venda, participação de mercado e rentabilidade. Sem seu aplicativo correto, os espaços nas prateleiras passam a refletir forças comerciais.
Consequências na prática
Chega-se então à superestoque e rupturas no estoque, além de um aumento na confusão do shopper. Esta perda tem impacto direto nos faturamentos das empresas farmacêuticas. A organização da gôndola deve ser prioridade para todo varejista.
Transformar a estrutura
O desafio dos varejos hoje é criar uma arquitetura estratégica da categoria. Com dados e shopper no centro, menos divisão política de espaço e mais organização do metro linear.
Perguntas Frequentes
Qual é a finalidade do fair share na gôndola?
Afinal, o fair share serve para equilibrar múltiplos critérios de gestão das categorias, priorizando a estrutura alinhada com as decisões do shopper.
Faz sentido flexibilizar o fair share hoje em dia?
Com inteligência e estratégia, faz sentido manter flexibilidade no fair share para ajustar-se às necessidades específicas de cada categoria. Mas abandoná-lo integralmente tem riscos óbvios para as vendas.
Quais são os principais desafios do varejo atual?
O grande desafio é a construção estratégica da arquitetura das categorias, adaptando-se às demandas de produtividade e navegação do shopper de forma sustentável.
