Novo ‘gêmeo digital’ deixa diagnóstico de pneumonia mais preciso
Pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) e colaboradores internacionais desenvolveram uma tecnologia inovadora para individualizar o tratamento de pneumonias. O método utiliza exames de tomografia computadorizada e simulações computacionais para criar um ‘gêmeo digital’ do tórax humano, tornando possível estimar a quantidade exata de luz necessária para tratar infecções respiratórias.
Simulação computacional
A tecnologia combina imagens de tomografia com reconstruções anatômicas tridimensionais e simulações computacionais aceleradas por processamento de alto desempenho. Isso permite aprimurar o tratamento baseado em luz para as pacientes, individualizando a dose ideal.
Problemas comuns
Bater na ponta do dedo para uma terapia baseada em luz é complicado: a luz externa precisa atravessar múltiplos tecidos do tórax before reaching the pulmão, sofrendo absorção e espalhamento. A nova técnica, no entanto, supera este problema identificando a melhor posição e combinação de luz para cada paciente.
Terapias invasivas evitadas
Lornmenta, o prof. Vanderlei Bagnato explica que a iluminação externa é mais simples do que técnicas invasivas como broncoscopia. ‘A iluminação externa, contudo, exige compreender qual quantidade da luz chega ao pulmão e se ela atinge os tecidos de maneira adequada para induzir a resposta biológica’, afirma.
Perguntas Frequentes
O que é um ‘gêmeo digital’ do tórax?
Ao criar uma imagem tridimensional detalhada dos tecidos respiratórios, o método possibilita a dose exata de luz precisar.
Pode ser usado para outros tipos de tratamento?
Sim, a tecnologia pode ser aplicada em tratamentos baseados em luz para outras regiões do corpo além do tórax, aumentando a precisão dos diagnósticos e tratamentos.
