Estudo da Einstein identifica disparada das hepatites virais no Brasil

Um novo estudo realizado pelo Einstein Hospital Israelita, publicado na revista PLOS ONE, descreve um panorama preocupante sobre as hepatites virais A, B, C, D e E no país. O trabalho, coordenado por João Renato Rebello Pinho, médico do Departamento de Patologia Clínica, destacou aumento significativo dessas doenças.

Hepatite A

A hepatite A voltou a se manifestar, principalmente em homens por meio do comportamento sexual. Embora transmissible por via alimentar, ela não é transmitida de pessoa para pessoa como outras doenças.

Hepatites B e C

Estas são as mais comuns na população geral e podem ser crônicas, levando a problemas sérios como cirrose. O coordenador lembrou que o Brasil controla bem a hepatite B mas há riscos de infecção sem vacina.

Hepatites D

A hepatite D é menos frequente e frequentemente negligenciada, com alta incidência na região amazônica devido à falta de acesso ao diagnóstico.

Perguntas Frequentes

Qual a diferença entre as hepatites A, B, C e D?

A hepatite A é aguda e transmitida por água ou alimentos contínuos; B e C são crônicas e mais graves, com risco de cirrose. Hepatite D é menos frequente e relacionada à B.

Como prevenir a hepatite D?

A vacina contra a hepatite B também previne a D, desde que a pessoa não esteja já infectada com a B.

Qual a importância da vacina para a hepatite B?

Ela é um dos principais meios de prevenção contra as hepatites virais crônicas. O médico João Renato Rebello Pinho enfatiza sua eficácia em evitar problemas graves.