A CPI das Próteses: Decidir se o Debate Torna-se Generalização
O distribuidor de dispositivos médicos desempenha um papel crucial no funcionamento do sistema médico-sus, mas a expressão ‘Máfia’ atingiu milhares de empresas e profissionais. Presidente da ABRAIDI avisa sobre riscos.
De olho na CPI
Ronaldo Sampaio, presidente da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Produtos para Saúde (ABRAIDI), discute os dez anos do debate sobre a ‘Máfia das Próteses’.
Risk Factors
O setor evoluiu nos últimos anos, mas há riscos como represamento de faturamentos e burocracia. Distribuidores não podem ser generalizados com criminosos.
Generalização vs. Transparência
Sampaio afirma que transparência e eficiência reduzem espaço para distorções, estimando que distorções chegaram a R$ 5,7 bilhões em dez anos.
Perguntas Frequentes
1. O que é ‘Máfia das Próteses’?
CPI que buscou investigar atos ilícitos em compras de próteses e dispositivos médicos, mas acabou produzindo uma generalização.
2. Quais são os desafios do setor?
Gastos com burocracia, longos prazos de pagamento e faturamento, além da incorporação de novas tecnologias.
3. Como pode o setor avançar em transparência?
Aumentando a previsibilidade nas relações comerciais, evitando glosas e compartilhamentos de risco entre diferentes elos da cadeia.
