Cansaço do SUS pressionado pelas patentes de fim!
O que é que vai mudar com a expiração da patente da enzalutamida? Este medicamento, usado no tratamento avançado do câncer de próstata, teve seu direito exclusivo comercial garantir alto custo. Agora, brasileiros têm expectativas de acesso a versões similares mais baratas.
Concorrência nas mãos do SUS
No fim de março deste ano, o Brasil passou a poder produzir e fabricar versiones similares da enzalutamida. Isto significa menor custo para a Saúde Pública, uma vez que medicamentos comuns em versão genérica ou similar podem ter preços até 85-90% inferiores aos originais.
Tecnologias inovadoras do câncer
Para entender o impacto deles, é só considerar o número de novas ocorrências a prevêrem-se. O INCA estima cerca de 781 mil casos por ano entre 2026-2028. Esse fato se soma ao financiamento público já sob pressão e ao custo aumentado das terapias avançadas.
Pressão econômica da oncologia
No câncer de próstata, o SUS gastou 14% do orçamento federal em cinco anos só com esse tratamento. Se a CONITEC incorporar essa molécula no rol dos medicamentos públicos nos próximos anos, pode chegar a R$ 4,66 bilhões.
Perguntas Frequentes
Economia no SUS?
Sim! Estudos norte-americanos apontam economias de até US$ 90 bilhões em uso de biossimilares em dez anos. Para a saúde pública brasileira, reduções são essenciais.
Dificuldade de acesso?
O SUS já gastou R$ 4,66 bilhões com a versão original apenas em cinco anos. Com a concorrência, o tratamento pode ficar mais acessível para quem precisa.
